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Tá tudo mudando sim!

Tá tudo mudando sim!

As coisas estão mudando, uma nova geração de mente mais aberta tá chegando e a maior prova disso são os conflitos diários sobre diversos temas, principalmente sociais. Padrões estão sendo quebrados, opiniões mudadas, está tudo ficando “fluído”. E isso afeta a gente? Ô, se afeta!

As pessoas não aceitam mais a modelo toda photoshopada, perfeita, sem uma estria no corpo, numa capa de revista. Ela não representa, ela não é um modelo alcançável. Ela não é um modelo ponto final. Não aceitam mais coisas irreais, inalcançáveis, mas mesmo assim vemos gafe atrás de gafe. Por que?

Porque tá todo mundo acostumado e engessado no mesmo modelo de sempre. Dinossauros que se recusam a evoluir e jovens que se encantam tanto pelo “glamour” da publicidade que esses dinossauros receberam um dia, que seguem os mesmos passos. E veja, por dinossauros não entenda pessoas velhas, entenda por pessoas ultrapassadas. Não depende de idade física.

Recentemente tivemos o caso de um dos nossos dinossauros preferidos: Washington Olivetto. Insistiu no discurso da publicidade chata, feminismo  é clichê constrangedor. Outro dia, tivemos o calendário das moças trans que foram enganadas e tiveram suas imagens propagadas como mulheres “falsas”.

Gordofobia, LGBT+, feminismo, racismo, homofobia, diversidade cultural, diversidade de pele, corpo, raça, sexo, gênero, estilo. São assuntos polêmicos, mas são assuntos debatidos e aceitos. São oportunidades gigantescas e que estão só esperando esse monte de criativo talentoso pegar e usar. (Skol e Dove mandaram oi!).

É claro que as agências não estão aí pra militar, estão ai pra ganhar e fazer ganhar dinheiro. Mas não se resumem a isso! Comunicólogos tem um papel importante na construção social, cultural e de opinião, temos uma responsabilidade muito grande, um papel muito forte  importante nesses aspectos.

Estamos entrando num momento que a coisa certa a se fazer é a coisa que está sendo aceita também. É unir o útil ao agradável. É quebrar padrões sem correr tantos riscos. Tá todo mundo mudando, evoluindo, aceitando. Por que não aceitar as novas ideias? Passou da hora de renovar.

A gente passa 4 anos de faculdade e estágio ouvindo que precisa arriscar, precisa inovar. Então amô, tá esperando o que? Aproveita. A tendência é que esses assuntos só aumentem, que a aceitação da diversidade seja regra.

Ninguém quer acabar a carreira sendo lembrado como um Dinossauro.

Redhook
Bruna Slongo
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Sou formada em Publicidade pela Unibrasil, tive a Redhook como meu primeiro estágio e, dali, não sai mais! Comecei a me apaixonar pelo mercado, pelas idéias e por inovações constantes. Passei por agência, hoje trabalho no cliente e quero empreender!

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